doença inflamatória do intestino
intolerancia alimentar - yorktest
Conscientes da importância que a intolerância alimentar tem, no Reino Unido está a decorrer a semana da intolerância, tendo como objectivo alertar a população para o facto de tanta gente se sentir mal ou ter dores sem uma explicação aparente para este facto.
Friday 27 January 2012
TV doctor says food intolerance is a ‘hidden epidemic’ that affects so many
Published on Monday 23 January 2012 09:26
A TV expert is raising awareness of food intolerances.
Dr Hilary Jones, the health editor for ITV’s Daybreak breakfast programme, hopes Food Intolerance Week – which starts today – will raise awareness of a condition which he believes is causing untold distress and suffering to millions.
‘Food intolerance isn’t uncommon but it is a hidden epidemic,’ he says.
‘It is thought that almost half of the population in the UK – 45 per cent – are intolerant to items in their diet but many are totally unaware of why they feel unwell or suffer pain.
‘Yet as GPs we don’t get any training to speak of in food allergy or sensitivity, and there are only a handful of specialists in the country.’
Symptoms can range from bloating and migraines through to skin conditions such as eczema and gut and bowel problems.
Those suffering any symptoms, including pain and discomfort, should always consult their GP first to exclude other medical conditions, even if they suspect a food intolerance is to blame.
Intolerance happens when unpleasant symptoms occur after eating a substance which your body cannot handle because the digestive system does not produce sufficient quantities of a particular enzyme or chemical which is needed to break down the food and aid digestion.
Egg, soya, milk, gliadin (wheat, rye and barley), wheat and yeast are the most common triggers of food intolerance. These tend to be hidden ingredients in many foods, and can be found in pastries and processed meats as well as ice cream, yoghurt and cheese.
Interessante testemunho duma mãe de família que sofreu de cólon irritável durante oito anos.
A Diana sofria de cólon irritável e isso perturbava imenso a sua vida: "Eu tinha os sintomas clássicos de cólon irritável - dores de estômago, diarreia, obstipação, barriga inchada, gases! Tinha diarreia todos os dias, e cheguei a um ponto que nem podia sair de casa, nem mesmo para ir às compras sem garantir que havia uma casa de banho perto. Eu estava mesmo desanimada, mas queria alterar esta situação. Tenho três filhos e tinha que fazer alguma coisa, porque estava a perder o melhor da minha vida. "
A Diana fez o Programa FoodScan da Yorktest: "A diferença foi incrível! Fazer o teste foi a melhor coisa que já fiz. Ainda tenho uma colite muito ligeira, mas agora sei que se evitar os alimentos que não posso comer fico bem. "

A Diana voltou a controlar a sua vida: "A Minha vida mudou muito. Agora posso ir aos jogos dos meus filhos na escola, posso viajar e aceitar compromissos sem qualquer preocupação. O YorkTest mudou tudo, agora estou disponível para aceitar novos desafios, e até já estou a aprender a conduzir, o que não seria possível sem fazer este teste. "
"Há uma forma de comunicação entre o sistema digestivo e o cérebro, que permite ao sistema dizer: 'tenho fome, tragam-me comida'. E depois de comer dizer: 'já chega, estou cheio, não quero comer mais", explicou a investigadora.
O estudo mostrou que, quando as crianças e adolescentes comiam devagar, as hormonas reguladoras da fome e da sensação de saciedade, alteradas como resultado dos seus maus hábitos alimentares, voltavam outra vez a exercer o seu papel de controlo passando novamente a regular a comunicação entre o sistema digestivo e o cérebro.
Acrescentou ainda que uma refeição não deve demorar mais de meia hora, e que a mesma deve integrar uma sopa de legumes e um prato principal.
Júlia Galhardo, a quem este ano foi atribuido o prémio de Henning Andersen da European Socieatric for Paediatric Endocrinology, realça que a obesidade é um assunto de saúde pública e espera que os resultados do seu trabalho sejam comunicados aos jovens através dos centros de saúde.