19
Out09
Intolerância alimentar chave para a compreensão da inflamação crónica
Longaevitas
Nova investigação revela ligação e oferece solução para quem sofre de inflamação crónica
A eliminação de alimentos problema da dieta pode reduzir drasticamente os sintomas da inflamação crónica, de acordo com nova pesquisa realizada pela Universidade de York e pela Yorktest, líder em investigação sobre alergia alimentar.
Apoiada em recentes descobertas clínicas que identificaram a ligação directa entre alimentação e diversas doenças inflamatórias do corpo, a nova pesquisa oferece esperança a 45% da população, que se pensa sofrerem de inflamação crónica, como cólon irritável, artrite e psoríase.
“Elevados benefícios”
A surpreendente investigação, analisada pela York University, e feita a partir dos dados de 5.000 participantes, mostrou que mais de 75% apresentaram melhoras dos seus sintomas de moderadas a altas, três semanas após ter removido os alimentos identificados através dum teste de anticorpos IgG, geralmente utilizado para identificar intolerância a alimentos.
Registaram-se melhorias entre os participantes com queixas de "moderadas a elevadas" dos seguintes sintomas (%) de:
• Flatulência (91%)
• Dor de estômago (90%)
• Dores nas articulações (88%)
• Colite (88%)
• Fadiga (87%)
• Erupções cutâneas (84%)
• Artrite (74%)
Nos casos de doentes com síndrome do intestino irritável (IBS), houve uma redução significativa na distensão do estômago, da disfunção intestinal e melhoria do bem-estar geral, e também uma redução da dor e fadiga.
• Dor de estômago (90%)
• Dores nas articulações (88%)
• Colite (88%)
• Fadiga (87%)
• Erupções cutâneas (84%)
• Artrite (74%)
Nos casos de doentes com síndrome do intestino irritável (IBS), houve uma redução significativa na distensão do estômago, da disfunção intestinal e melhoria do bem-estar geral, e também uma redução da dor e fadiga.
Geoffrey Hardman, da Universidade de York, co-autor do estudo, comentou: "Este grande inquérito, o maior do seu tipo, dá uma indicação clara dos benefícios que as mudanças alimentares podem ter sobre algumas das situações crónicas mais comuns."